Laboratórios, comércio de remédios e o governo discutem como evitar a circulação de produtos pirateados. Por sua vez, há quem anuncie a solução. É o caso da Almapal, representante da sueca Seidenader. Ela tem o rastreador de medicamentos. Com a máquina, as embalagens saem dos laboratórios com o identificador único (IUM) armazenado em uma central. Esse número é lido pelo distribuidor (atacadista) e transmitido eletronicamente para o banco de dados, que tem o controle do fluxo até as farmácias.
A informação pode ser acessada por fiscais, policiais, consumidores e demais interessados na autenticidade. Segundo Alejo Palacios, diretor comercial da Almapal, “países como a Turquia, por exemplo, vêm alcançando resultados satisfatórios com este método”. O equipamento acompanha todo o trajeto do produto até a farmácia
Fonte: 28/06/2010 - Brasil Econômico
Colunista: PAULO VIEIRA LIMA |