Uma criança com diabetes tipo 1 não pode ter o tratamento interrompido.
O caso do menino de 10 anos encontrado em Goiânia, sem acesso à própria insulina, reforça um alerta importante: medicamentos de uso contínuo não podem ser suspensos!
A falta de insulina pode provocar complicações graves, como a cetoacidose diabética, uma emergência médica que pode evoluir para coma e até mesmo à morte.
O tratamento do diabetes exige o compromisso. A administração da insulina, a alimentação adequada, a hidratação e o monitoramento da glicemia fazem parte do cuidado diário e não devem ser interrompidos ou alterados por conta própria.
O farmacêutico também tem um papel fundamental nesse processo, orientando pacientes e familiares sobre o uso correto dos medicamentos, a conservação da insulina, a administração e a adesão ao tratamento.
? O CRF-GO reforça que toda criança com doença crônica tem o direito de receber o tratamento prescrito de forma contínua e segura. Garantir esse cuidado é uma responsabilidade dos adultos e um compromisso com a proteção da vida e da saúde.

