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CRF-GO alerta população sobre os riscos de medicamentos falsificados

No mês da Campanha de Conscientização sobre o Uso Racional de Medicamentos, o Conselho Regional de Farmácia de Goiás reforça o alerta à população sobre os riscos relacionados à falsificação de medicamentos, prática que compromete a segurança do paciente, a efetividade dos tratamentos e a saúde pública.

O tema ganhou destaque durante o evento “Propriedade Intelectual na Agenda Pública: O que está em jogo para a Saúde?”, promovido pelo Correio Braziliense em parceria com a Interfarma. Na ocasião, o advogado José Alexandre Buaiz Neto, sócio do Pinheiro Neto Advogados, apresentou dados atribuídos à Organização Mundial da Saúde, segundo os quais a falsificação de medicamentos pode atingir índices preocupantes no país.

Segundo o especialista, medicamentos fraudulentos podem conter ingredientes inadequados, dosagens incorretas, contaminantes, substâncias tóxicas ou até não apresentar o princípio ativo necessário para o tratamento. Além de comprometerem a eficácia terapêutica, esses produtos podem agravar quadros clínicos, atrasar tratamentos e colocar vidas em risco.

O alerta se torna ainda mais relevante diante de ocorrências recentes envolvendo medicamentos de alto valor agregado e grande procura pela população, como canetas emagrecedoras e análogos de GLP-1, utilizados no tratamento de diabetes e obesidade. Por serem produtos muito buscados e de custo elevado, tornam-se alvos frequentes de falsificação e comércio irregular.

Para o CRF-GO, o combate à falsificação de medicamentos também integra a promoção do uso racional de medicamentos, que envolve o acesso a produtos seguros, eficazes, de qualidade e utilizados com orientação adequada. Nesse contexto, a atuação do farmacêutico é fundamental para orientar a população, avaliar a procedência dos medicamentos, esclarecer dúvidas e contribuir para a segurança do paciente.

O Conselho reforça que a compra de medicamentos deve ser feita somente em farmácias e drogarias regularizadas, com farmacêutico responsável, evitando ofertas em redes sociais, grupos de mensagens, sites desconhecidos ou vendedores informais.

A população também deve observar a integridade da embalagem, número de lote, prazo de validade, presença de bula, informações de registro sanitário e procedência do produto. Em caso de suspeita de falsificação, adulteração ou comercialização irregular, o consumidor deve procurar orientação de um farmacêutico e comunicar os órgãos competentes.

Medicamentos falsificados representam um grave problema de saúde pública. A prevenção passa pela informação, pela fiscalização, pela responsabilidade dos estabelecimentos e pela valorização da assistência farmacêutica.

Fonte: Correio Braziliense

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